Meu coração sangra. Quando penso que não é possível continuar, o vazio se faz meu sangue e decorre mais um dia. Então a luz, a consciência da morte, o som, jorram violentamente. Os braços, ombros, os olhos dilacerados, e o fluxo contínuo e agonizante. O eu se esvai com o mundo. Permanece a certeza inquestionável de que viverei para sangrar mais um dia.
estamos conectadas Marília, tenho certeza!
ResponderExcluirte mandei um email com o poema que escrevi, mandei pro email que tem no seu perfil.
ah... o poeta sempre sangra.
mas eu já mandei, foi pra esse mesmo
ResponderExcluirE aqui encontro a mais rica, bela e rubra hemorragia poética.
ResponderExcluirSerá que esse é o grande mistério da vida do Poeta? Se for... Bom... Que sangrem os poetas e que de seus sangramentos continuem saindo lindos versos, iguais aos seus. Adorei conhecer teu blog! Voltarei mais vezes. Abraços!
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