quinta-feira, 23 de junho de 2011

Meu coração sangra. Quando penso que não é possível continuar, o vazio se faz meu sangue e decorre mais um dia. Então a luz, a consciência da morte, o som, jorram violentamente. Os braços, ombros, os olhos dilacerados, e o fluxo contínuo e agonizante. O eu se esvai com o mundo. Permanece a certeza inquestionável de que viverei para sangrar mais um dia.

4 Cortes Letais:

  1. estamos conectadas Marília, tenho certeza!

    te mandei um email com o poema que escrevi, mandei pro email que tem no seu perfil.

    ah... o poeta sempre sangra.

    ResponderExcluir
  2. E aqui encontro a mais rica, bela e rubra hemorragia poética.

    ResponderExcluir
  3. Será que esse é o grande mistério da vida do Poeta? Se for... Bom... Que sangrem os poetas e que de seus sangramentos continuem saindo lindos versos, iguais aos seus. Adorei conhecer teu blog! Voltarei mais vezes. Abraços!

    ResponderExcluir